DEUS É SENHOR DA MINHA VIDA

ESTUDOS

 

A BÍBLIA

A Bíblia foi escrita em 1.600 anos, por uns 40 autores, e contêm 66 livros.

A BÍBLIA É:

O mapa do viajante

O cajado do peregrino

A bússola do piloto

A espada do soldado

O paraíso restaurado

O céu aberto

DIVISÕES

Velho Testamento

Pentateuco.................5 livros

Históricos................12 livros

Poéticos.....................5 livros

Profetas Maiores........5 livros

Profetas Menores.....12 livros

Total.........................39 livros

929 capítulos

29.314 versículos

Uns 30 autores

Escrito em hebraico

Verso central — II Cron. 20:8

Capítulo central — Jó 2

Livro Central — Provérbios

Verso menor - Êx. 20:13

Verso maior — Ester 8:9

Mensagem: JESUS VIRÁ.

Velho Concerto: Êx. 24:28, jer.31:3

Novo Testamento

Biográficos...................4 livros

Histórico.......................1 livro

Epístolas de Paulo ... 13 livros

Epístolas Gerais............8 livros

Profético........................1 livro

Total............................27 livros

260 capítulos

7.559 versículos

Uns 9 autores

Escrito em grego

Verso central — Atos 17:17

Capitulo central Rom. 13

Livro central — II Tess.

Verso menor — João 11:35

Verso maior — Apoc. 20:4

Mensagem: JESUS JÁ VEIO.

Novo Concerto: Heb. 9:14,15, Heb. 12:24

SEU CONTEÚDO

A mente de Deus

O estado espiritual do homem

O caminho da salvação

A condenação dos pecadores

A felicidade dos crentes

Alimento para sustentar

Doutrinas santas

Preceitos obrigatórios

Histórias verídicas

Decisões imutáveis

Luz para dirigir

Conforto para alegrar

 

 

 

A Bíblia chegou ao Brasil 40 anos antes dos missionários protestantes

A introdução das Sagradas Escrituras no Brasil começou discretamente em 1814. Naqueles primórdios, exemplares de Novos Testamentos e Bíblias completas eram distribuídos a bordo de navios que deixavam Lisboa e portos ingleses com destino ao Brasil. Era um trabalho muito inteligente e de bons resultados. Dependia da boa vontade e do espírito missionário de capitães de navio, comerciantes e pessoal diplomático e militar que viajassem para o Brasil. Os capelães britânicos radicados nos mais importantes postos brasileiros também participavam deste ministério.

A partir de 1818, a distribuição de Bíblias na América Latina passou a ser feita por meio de agentes das duas sociedades bíblicas existentes, a Britânica e a Americana. O primeiro deles foi o pastor batista escocês James Thomson (1781-1854). Foi ele quem introduziu a Palavra de Deus na Argentina, Chile, Peru, Equador, Colômbia, Porto Rico, Haiti, Cuba, México e várias ilhas das Antilhas. Não se sabe se ele esteve no Brasil.

O pastor metodista americano Daniel Parish Kidder (1815-1891) foi o primeiro correspondente da Sociedade Bíblica Americana a se fixar no Brasil. Com a idade de 22 anos, já casado, ele percorreu o país de norte a sul. Kidder era destemido e criativo. Em uma de suas viagens a São Paulo, propôs à Assembléia Legislativa da Imperial Província de São Paulo o uso da Bíblia nas escolas primárias de toda a província e se comprometeu a doar doze exemplares para cada escola, caso a proposta fosse aprovada.

Entre a chegada dos primeiros exemplares da Bíblia (1814) e a chegada do primeiro missionário protestante permanente (1855), há um espaço de 41 anos. Isso significa que as Escrituras Sagradas precederam a implantação das primeiras igrejas evangélicas brasileiras.

Naquele tempo, a Igreja Romana não via com bons olhos o trabalho das sociedades bíblicas e de seus colportores (pessoas que se ocupavam da circulação da Bíblia por motivação missionária). Os protestantes pensavam e agiam de maneira diferente. Cada fiel deveria possuir seu próprio exemplar da Bíblia e conhecer o seu conteúdo, na certeza de que ela é "a única regra de fé e prática".

 

A Bíblia é a Palavra de Deus

Como já vimos, o Autor da Bíblia é o Espírito Santo e dependemos dele para aprendermos.

Devemos saber manejar bem a Palavra da Verdade # II Timóteo 2:15

A Palavra de Deus opera com eficiência # I Tessalonicenses 2:13

Na prática vemos os homens falando pelo Espírito Santo:

# Marcos 12:36

# Hebreus 3:7~8

# Atos 4:24~25

Jesus disse “as minhas Palavras” # Mateus 24:35

Tudo se cumprirá # Mateus 5:18

O caracter da pregação de Paulo # I Coríntios 2:1~5

É impressionante alguns fatos na Bíblia; os antigos criavam teorias que a Bíblia já testificava, por exemplo:

- Onde a terra se apoiava (sobre tartarugas?, o “deus” Atlas?, 4 elefantes?); a Bíblia nos informa no livro de # Jó 26:7

- O formato da terra; ver # Isaías 40:22

1.10 Como se posicionar diante da Palavra de Deus?

Como devemos nos aproximar da Bíblia? Como devemos ler a Bíblia? Será que a Bíblia tem uma chave de interpretação? Devo aceitar tudo como está escrito? Tenho que comprar outro material para interpretar a Bíblia?

A Bíblia é a revelação de Deus para o homem. Foi escrita pelo próprio Deus como já vimos; seria muito estranho que escrevesse com palavras que suas criaturas não entendessem. Devo pegar a Bíblia e ler como uma carta que recebo de alguém.

Muitas coisas você vai encontrar escrita por figuras ou símbolos, mas estará claro que é figura ou símbolo. As parábolas eram alegorias.

Por exemplo, símbolos e figuras que não fogem à nossa experiência natural:

- Jesus falou: Eu sou o pão da vida; a porta; quem tiver sede venha e beba. São figuras de fácil entendimento, pois fazem parte de nossa experiência natural.

Regra básica: “DEUS USA AS COISAS VISÍVEIS (MATERIAIS) PARA EXPLICAR AS INVISÍVEIS (ESPIRITUAIS).

Muitas vezes iremos nos encontrar com figuras ou símbolos, que fogem nossa experiência natural. Por exemplo: # Apocalipse 17:1 (...sentada sobre muitas águas.)

A Bíblia e só a Bíblia tem a autoridade para interpretar tais figuras, ver:

# Apocalipse 17:15 e 17:18

A Bíblia, literalmente interpreta tudo; é para ser lida e entendida literalmente.

- Ex.: Parábola do semeador # Lucas 8: 4~15

- Paulo dá a regra # I Coríntios 2:13

- Não há um livro fora da Bíblia que tem autoridade espiritual para interpretar a Bíblia; todos outros livros foram escritos por homens sem inspiração de Deus.

Como era antes da Palavra escrita? Teste do Profeta.

- Antes da Palavra escrita, Deus falava direto com homens que criam Nele: Adão, Noé, Enoque, etc. Mas como saber que era Palavra vinda de Deus? Deus deu a Noé todas as medidas da arca, Moisés registrou após o dilúvio.

- O teste para saber se era de Deus ou não, era simples; se acontecesse, era de Deus, e se não acontecesse, não era de Deus.

- Teste do profeta # Deuteronômio 18:19~22 (direto, simples eliteral)

Hoje temos a Palavra escrita; tudo que um profeta disser, tem que estar dentro dos princípios da Bíblia # I João 4:1

Portanto, conhecendo a Bíblia, não seremos enganados; os princípios de Deus são imutáveis como as leis físicas.

Como buscar os princípios de Deus e o entendimento na Bíblia?

- Não confiando em seu próprio entendimento # Provérbios 3:5~6

- Buscando como a tesouros escondidos # Provérbios 2:1~6

- Conferindo o que nos é apresentado # Atos 17:11

1.11 A questão da Fé

Fé é crer em algo que você não vê. Se nada for dado a você, não pode exercer fé. Para exercermos fé, temos que ter algo.

Fé é a certeza que aquilo é e não se viu. Certeza de coisas ou fatos que se esperam. # Hebreus 11:1

Sem fé não podemos nos aproximar de Deus # I João 4:12

Se não crermos que Ele existe, como nos aproximarmos? # Hebreus 11:6

Se alguém não nos falar de Jesus, como creremos? # Romanos 10: 8~17

A fé vem pelo ouvir; se ouço algo, posso exercer fé. Não posso exercer fé no nada.

Em nossa caminhada com Deus teremos lutas, mas devemos perseverar e olhar para Cristo, autor e consumador de nossa fé # Hebreus 12:1~2

Paulo teve muitas lutas, porém deu o exemplo, guardou a fé # II Timóteo 4:6~8

Jesus intercedeu por nós # João 17:20

Nós somos bem-aventurados, pois cremos e não vimos # João 20:29

Exemplos de fé na Bíblia # Hebreus capítulo 11.

 

 

Na segunda carta de Paulo a Timóteo (3.16-17), encontramos o texto que diz:

 

"Toda Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra."

 

 

A Bíblia é o livro das Sagradas Escrituras. Mas a primeira e mais simplória objeção à Bíblia é a de que "ela foi escrita por homens", daí porque não merecer crédito. Tais críticos em regra gostam de livros, revistas e jornais... todos escritos por homens! E também mandam seus filhos à Escola, o que é uma incoerência!

Na Bíblia está escrito que Deus, para a divulgação do plano de salvação, não usa anjos, mas "a descendência de Abraão", isto é, homens transformados pela palavra de Deus, e nisto está um dos pontos salientes da sabedoria de Deus. É Deus operando no homem e na sua história! O fato é que Deus fez o homem para a sua glória e busca-o ética e incansavelmente como parceiro de seus maravilhosos planos. Foi assim também na revelação de sua Palavra, ao tomar a descendência de Abraão para entregar-lhe sua revelação. Sim, porque a Bíblia não é filosofia nem ciência, mas algo maior: é revelação, o descortinamente progressivo da verdade de Deus. Assim, podemos afirmar que a Bíblia não se preocupa em provar, mas em mostrar e revelar, persuadindo o homem à fé.

A Bíblia mostra a Divindade como "o Deus das alianças". Todo ato ou promessa de Deus está envolvido em alianças, que são pactos inquebrantáveis. Assim Deus estabeleceu alianças com os homens, a partir de Adão, passando por Abraão, Noé e Davi, e também com a nação de Israel, através de Moisés, e, por fim, com toda a humanidade através de seu Filho, Jesus Cristo, isto é, o Deus que se fez homem., para estabelecer, de uma vez para sempre, a aliança eterna.

No Jardim do Éden Deus criou o homem, Adão, e mostrou-lhe sua Palavra, "e lhe deu a seguinte ordem: de toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás: porque no dia em que dela comeres certamente morrerás" (Gênesis 2.16-17). Essa ordem era toda a Bíblia para Adão e sua geração.

Veio a desobediência e suas consequências devastadoras para o homem, mas na oitava geração de Adão, isto é, com Enos, "daí se começou a invocar o nome do Senhor" (Gn 4.26).

No início, quando o homem vivia em cavernas e tendas, antes da escrita, a revelação da palavra de Deus foi passada "oralmente", isto é, foi verbalizada de geração a geração. Podemos perceber isso no tempo dos Juízes, na indagação de Gideão, aquele jovem que foi surpreendido pelo Anjo do Senhor quando colhia o trigo, antes que os midianitas o tomasse. O Anjo falou: "O Senhor é contigo, homem valente. Respondeu-lhe Gideão: Ai, senhor meu, se o Senhor é conosco, porque nos sobreveio tudo isto? E que é feito de todas as suas maravilhas que nossos pais nos contaram, dizendo: não nos fez o Senhor subir do Egito? Porém, agora o Senhor nos desamparou, e nos entregou nas mãos dos midianitas."

Nos dias de Jacó, quando seus filhos constituíam suas famílias, que viriam a ser as doze tribos de Israel, encontramos o relato da história de José, o jovem "sonhador". Sonhou José que seria alguém muito importante, a ponto de seu pai, sua mãe e seus irmãos se prostrarem perante ele (Gn 37.5-11). Depois disso, movidos por ódio, seus irmãos o venderam aos mercadores ismaelitas, que o vendeu a Potifar, oficial de Faraó. Ali, por rejeitar a mulher de seu senhor, mas acusado falsamente de assediá-la, foi preso injustamente. Na prisão, depois de alguns anos, interpretou os sonhos do copeiro e do padeiro do Rei. Os acontecimentos comprovaram que José interpretara corretamente os sonhos daqueles homens. Por fim sonhou o próprio Faraó. Então o copeiro lembrou-se de José e este foi chamado para interpretar o sonho do monarca. Feita a interpretação dos sete anos de fartura e dos sete anos de fome, foi José nomeado governador de toda a terra do Egito, cumprindo-se os sonhos que tivera na mocidade, tendo seus irmãos e seu pai se prostrado diante dele, nos anos da fome. Nos Salmos esses estraordinários acontecimentos, rigorosamente cumpridos, são chamados de "profecia", senão vejamos: "Diante deles enviou um homem, José, vendido como escravo; cujos pés apertaram com grilhões, e a quem puseram em ferros, até cumprir-se a profecia a respeito dele, e tê-lo provado a palavra do Senhor." (Sl 105.17-19).

Vemos, assim, que essa sucessão de "sonhos" originaram-se em Deus, vivenciados por descendentes de Abraão e até mesmo por pessoas de outras nações e credos, como o padeiro e o copeiro do Rei e o próprio Faraó do Egito.

A partir daí surgiu a escrita, no apogeu do Egito e na descida da descendência de Abraão para lá, no tempo de Jacó, com 70 pessoas. Ali, dissera o Senhor a Abrão, em sonho, " ...a tua posteridade será peregrina... e será reduzida à escravidão, e será afligida por quatrocentos anos. Mas também eu julgarei a gente a que têm de sujeitar-se; e depois sairão com grandes riquezas." (Gn 1513-14). Assim falara Deus e assim aconteceu. O povo hebreu foi escravizado no Egito por quatrocentos anos, até que veio Moisés, enviado por Deus, e o libertou do cativeiro do Egito, através de "julgamentos divinos" contra os deuses do Egito. Então cumpriu-se a palavra prometida a Abrão, patriarca da nação.

Ao chamar a Moisés Deus fez menção dessa história passada de pai para filho, ligando o patriarca Abraão, a Palavra de Deus e seus descendentes: "Disse mais: Eu sou o Deus de teu pai, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó... Certamente vi a aflição do meu povo, que está no Egito, e ouvi o seu clamor por causa dos seus exatores. Conheço-lhe o sofrimento." (Êxodo 3.6-9). Moisés, criado na corte de Faraó como seu neto, foi instruído "em toda a ciência do Egito" e era "poderoso em atos e palavras". A ele são atribuídas a autoria dos Livros de Gêneses, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio e Jó.

É interessante notar que quatrocentos anos são suficientes para mudar radicalmente todos os aspectos das nações, e somente Deus poderia cumprir uma palavra pronunciada com tanta antecedência, visto que as probabilidades de não-ocorrência seriam infinitas. Não fossem do Deus da Verdade, o Deus das alianças, tais palavras jamais teriam se cumprido.

Nesse compasso a Bíblia vai associando "promessa e cumprimento" ao longo do tempo em que foi escrita, cerca de 1600 anos. Vemos também Josué, sucessor de Moisés e Líder de Israel, que introduziu o povo na terra prometida, provando a inspiração e a veracidade da Palavra de Deus anunciada aos seus antepassados, quando afirma: "Nenhuma promessa falhou de todas as boas palavras que o Senhor falara à casa de Israel: tudo se cumpriu." (Js 21.45).

Percebemos que a forma pela qual Deus se manifestou a Israel através dos homens, isto é, de reis, sacerdotes e profetas da descendência de Abraão, foi sonhos, visões e palavras ditadas diretamente ao coração dos profetas, palavras essas inteiramente contextualizadas com as circunstâncias vivenciadas por pessoas bem determinadas ou pela nação, seguindo-se o registro de seu cumprimento. De Samuel, profeta e 13º juiz de Israel está escrito: "Continuou o Senhor a aparecer em Silo, enquanto por sua palavra se manifestava ali a Samuel." (I Sm 3.21).

Como livro das experiências das diversas gerações dos descendentes de Abraão os Salmos registram depoimentos vibrantes, tais como: "O caminho de Deus é perfeito; a palavra do Senhor é provada;" (18.30); "As palavras do Senhor são palavras puras, prata refinada em cadinho de barro, depurada sete vezes" (12.6); "Tenho visto que toda perfeição tem seu limite, mas o teu mandamento (palavra) é ilimitado" (119.96); "... pois magnificaste acima de tudo o teu nome e a tua palavra" (138.2b).

Assim, a palavra de Deus foi sendo revelada, passo a passo, surgindo através dos acontecimentos da nação israelita e orientando-a no cumprimento dos grandes planos de Deus, até o principal descendente de Abraão, que é Cristo, o Verbo (a Palavra) que se fez carne.

 

 

 

Encontramos na carta aos Hebreus (1.1-3) o texto que diz:

 

"Havendo Deus, antigamente, falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias nos falou pelo Filho a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual também fez o universo. Ele, que é o resplendor da glória e a expressão exata do seu Ser, sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, depois de ter feito a purificação dos pecados, assentou-se à direita da Majestade nas alturas,"

A Bíblia não se preocupa em provar nada, mas em revelar, dissemos no estudo anterior. O primeiro versículo da Bíblia, por exemplo, declara "No princípio criou Deus os céus e a terra...", e prossegue revelando, em síntese, a criação. Se o homem acreditar, bem. Se não acreditar, ele então estará com problemas, pois a verdade de Deus não será alterada em face da incredulidade de quem quer que seja! Com acerto declarou Albert Einstein "Deus não joga dados". Com efeito, Deus não é de probabilidades, mas de planos e de providência.

Revelação, nas palavras de Scofild, é "um descortinamento progressivo da verdade" de Deus, dos seus planos e propósitos. Nada é dito de uma só vez e de uma vez por todas. A regra é "primeiro a erva, depois a espiga e, por fim, o grão cheio na espiga" (Mc 4.28).

 

A revelação de Deus através de sua Palavra

Pois bem. E por que Deus deveria revelar sua palavra? Por muitos motivos. Primeiro porque o homem não poderia conhecer a Deus e seus planos sem essa revelação, procedente do próprio Deus, e mesmo que o homem não tivesse pecado, ainda assim a revelação de Deus seria imprescindível. O homem, como criatura e criação, nunca jamais poderá perceber e compreender, por si só, no curso de sua existência, a natureza, os atributos e os extraordinários propósitos de Deus. Precisávamos – e precisaremos sempre! – dessa revelação de Deus.

Palavras são sementes. Tudo que Deus e os homens fazem é sempre precedido de palavras, sobretudo nos relacionamentos. Em Amós consta esse princípio: "Certamente o Senhor Deus não fará coisa alguma, sem primeiro revelar o seu segredo aos seus servos, os profetas" (3.7). Como "semente" (Lc 8.11), a Palavra de Deus está sendo semeada em corações receptivos, fazendo nascer o anunciado Reino de Deus que, segundo o próprio Senhor Jesus "começa invisível, dentro em vós" (Lc 17.20-21). Na sequência desse maravilhoso plano, conforme revelado a Daniel (cap. 2), esse Reino "suplantará todos os reinos terrenos, crescerá e encherá toda a terra" (v. 35) e, ainda, "... não será jamais destruído; este reino não passará a outro povo: esmiuçará e consumirá todos estes reinos, mas ele mesmo subsistirá para sempre." (v. 44). Por fim, completa o profeta que viu os reinos mundiais na marcha da história: "Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha com as nuvens do céu um como o Filho do homem... foi-lhe dado domínio e glória, e o reino, para que os povos, nações e homens de todas as linguas o servissem; o seu domínio é domínio eterno, que não passará, e o seu reino jamais será destruído" (7.13-14).

Em João 9 encontramos o Senhor Jesus curando um cego de nascença. Este, interpelado pelos líderes religiosos finalmente é expulso da sinagoga. Depois disso Jesus, encontrando-o, pergunta-lhe: "Crês tu no Filho do homem?", ao que ele responde "Quem é, Senhor...?", e o Senhor se identifica dizendo "Já o tens visto e é o que fala contigo" (v. 35-38). Então o homem "creu e o adorou".

A plena revelação de Deus na pessoa de Jesus Cristo

Foi Jesus, o Filho do homem, quem trouxe a plena revelação, completando-a. Foi Jesus também quem deu autenticidade aos relatos e profecias do AT, pois em seus sermões e ensinamentos confirmou todos os fatos narrados na Bíblia, até mesmo aqueles mais inverossímeis e polêmicos, tais como a criação, o dilúvio, Abraão e o quase sacrifício de seu filho Isaque, o cativeiro de Israel e Moisés, como seu libertador, a Lei outorgada no deserto, dentre outros, e até mesmo o infausto episódio de Jonas, e o grande peixe, como fato profético sobre sua própria morte e ressurreição.

Enfim, confirmou toda a "Lei, os profetas e os Salmos", isto é, todo o Antigo Testamento, e nada ressalvou. Quem poderia atribuir ao Senhor Jesus qualquer palavra de engano? Posto que Ele afirmou "Eu sou o Caminho, e a Verdade e a Vida" ?

Assim, o Novo Testamento faz um retrato da pessoa de Jesus, conforme anunciado em mais de 400 referências proféticas do Antigo Testamento, destacando-o como o personagem central da Bíblia. Cristo é o elemento unificador e integrador de toda a revelação de Deus aos homens. Observe o que Lucas anotou de suas declarações, quando, após sua ressurreição, Ele esclarecia a seus discípulos: "A seguir Jesus lhes disse: são estas as palavras que vos falei, estando ainda convosco, que importava se cumprisse tudo o que de mim está escrito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos. Então lhes abriu o entendimento para compreenderem as Escrituras; e lhes disse: Assim está escrito que o Cristo havia de padecer, e ressuscitar dentre os mortos no terceiro dia, e que em seu nome se pregasse arrependimento para remissão de pecados, a todas as nações, começando de Jerusalém. Vós sois testemunhas destas coisas." (24.44-48)

Encontramos em Atos 10, a pregação de Pedro na casa de Cornélius, centurião romano, acerca de Jesus, destacando-se o verso 43, que diz: "Dele (Jesus) todos os profetas dão testemunho de que, por meio de seu nome, todo o que nele crê recebe remissão de pecados."

Tudo, absolutamente tudo – textos, tipos e símbolos - no Antigo Testamento apontam para Jesus. E tudo no NT está centralizado nele. E Jesus, como Deus revelado, emerge das Escrituras em todos os seus atributos, reunindo, em seu caráter, personalidade e poder, todos os atributos da Divindade, percebendo-se que Jesus Cristo, o Filho de Abraão, o Filho de Davi, o Filho do homem, o Filho de Deus, liga, assim, os muitos livros da Bíblia em um único livro, conforme registrou Scofield, acrescentando, ainda, que, como a semente da mulher (Gn 3.15), Ele é o destruidor final de Satanás e de suas obras; como a semente de Abraão, Ele é o benfeitor do mundo; como descendente de Davi, Ele é o Rei de Israel e "o esperado de todas as nações"; exaltado à direita de Deus, Ele é o cabeça da Igreja, que é o seu corpo, e o Sumo Sacerdote da nossa confissão, para quem Ele disse: "Voltarei e vos receberei para mim mesmo" (Jo 14.3); e o último livro da Bíblia, o Apocalipse, livro das culminâncias, é "a revelação de Jesus Cristo" (Apc 1.1).

E não poderia ser de outra forma, pois os Profetas do Antigo Testamento profetizaram "pelo Espírito de Cristo, que neles estava" (1 Pe 1.11), todas as verdades designadas por Deus, "pois nunca jamais qualquer profecia (bíblica) foi dada por vontade humana, entretanto homens falaram da parte de Deus movidos pelo Espírito Santo" (2 Pe 1.21). E é de Jesus Cristo que o Espírito Santo dá testemunho (Jo 15.26).

Na visão de João o Senhor Jesus é "o Verbo eterno", isto é, o próprio Deus, "o verbo que se fez carne", o criador de todo o universo (Jo 1.1-3, 14). Segundo o apóstolo Paulo Cristo é "o mistério de Deus... em quem todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento estão ocultos" (Cl 2.2-3), pois "nele habita corporalmente toda a plenitude da Divindade" (v. 9).

Jesus fez a Aliança que alcança todos os homens

Mas foi através da aliança eterna que Jesus chegou até cada um de nós.

No livro do Gêneses vemos o início da humanidade e a presença inexorável de Deus. E, para relacionar-se com o homem, dotado de livre-arbítrio e de vontade, Deus procurou um caminho legal, conhecido e aceito pelos povos da antiguidade. Deus veio, então, através da aliança.

A Bíblia refere-se a muitas alianças, de todos os tipos, especialmente sobre as oito alianças de Deus com os homens, sendo duas delas "incondicionais": a Aliança Abraãmica e a "Nova Aliança". Segundo o escritor aos Hebreus (8.8) a Nova Aliança, em favor de toda a humanidade, é diatheke (diatic), palavra grega que significa "testamento", incondicional e irrevogável. Segundo Valnice Milhomens significa "cortar com derramamento de sangue", isto é, aliança de sangue, em que "uma pessoa dá tudo o que tem e outra o recebe". Nesse tipo de aliança a pessoa faz tudo sozinho, representando as duas partes. Assim, Jesus, sozinho na cruz, como Filho de Deus, isto é, o próprio Deus, e como Filho do homem, homem portanto, estabeleceu a "Nova Aliança", prometida oito séculos antes (Jr 31.31 e segs.), assumindo os pecados do homem e restaurando-o à comunhão com Deus, pela fé, num relacionamento de filho. Referida Aliança, definitiva e eterna, repousa sobre uma redenção consumada (a morte e a ressurreição de Cristo); resolve o problema do pecado (o perdão precedido de arrependimento); e, garante a revelação pessoal do Senhor Jesuso Deus revelado – a cada fiel, como Salvador e Senhor.

Através da revelação bíblica tomamos conhecimento que desde a aliança com Abraão – em ti serão abençoadas todas as famílias da terra (Gn 12.1-3) –, no começo do mundo, que Deus já tinha pronto todo o plano de salvação para a humanidade. "Em ti" não é Abraão, mas seu descendente, Cristo (Gl 3.16), todas as famílias da terra são abençoadas. O texto diz: "Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar... para que a bênção de Abraão chegasse aos gentios, em Cristo Jesus, a fim de que recebêssemos pela fé o Espírito prometido." (Gl 3.13-14).

Foi firmado nessa verdade que Paulo e Silas responderam ao carcereiro de Filipos, na Macedônia, quando indagou: "Senhores, que devo fazer para que seja salvo? Responderam-lhe: Crê no Senhor Jesus, e serás salvo, tu e tua casa" (At 16.31).

A aliança do Senhor com todos os homens é para todas as famílias da terra. Observe que a Bíblia não se preocupa com religiões. As religiões são projetos e tentativas humanas, que nunca alcançam a Deus. A Bíblia revela "um único Caminho", e este caminho é uma pessoa, o Senhor Jesus Cristo. É Ele quem te diz "Vinde a mim..." (Mt 11.28 e segs.)

Conclusão

As Escrituras Sagradas foram cuidadosamente reveladas, provadas, vivenciadas em cada contexto que menciona e anotadas para "nosso ensino" (Rm 15.4), "... para advertência nossa, de nós outros sobre quem os fins dos séculos têm chegado" (1 Co 10.11), para servir de parâmetros do "Deus que não muda" (Ml 3.6), conforme Jesus ratificou dizendo: "passará os céus e a terra, porém as minhas palavras não passarão" (Mt 24.35), declarando, ainda, o escritor aos Hebreus (13.8) que "Jesus Cristo é o mesmo, ontem, hoje e o será eternamente".

E quanto aos sábios e aos críticos da Bíblia? Para os tais relembro dois episódios. Ao rei Saul disse o profeta Samuel: "Visto que rejeitaste a Palavra do Senhor, ele também te rejeitou a ti..." (1 Sm 15.23). E numa época em que os homens (e os sábios) tinham vergonha da Palavra do Senhor (Jr. 6.10), Jeremias vaticinou "os sábios serão envergonhados, aterrorizados e presos; eis que rejeitaram a Palavra do Senhor; que sabedoria é essa que eles têm?" (8.9).

Ora, se admitimos o testemunho dos homens, o testemunho de Deus é maior. Mas se você ainda não crê, faça como sugeriu Davi: "Oh! provai, e vede que o Senhor é bom; bem-aventurado o homem que nele se refugia." (Sl 34.8)

Concluo com as palavras do apóstolo Paulo acerca do Senhor Jesus (Rm 11.36), que diz: "Porque dele e por meio dele e para ele são todas as coisas. A ele, pois, a glória, eternamente. Amém."

 

 

 

 

 

 

 

A BÍBLIA ENSINA SOBRE A CRIAÇÃO

INTRODUÇÃO

        A Bíblia não discute o tema evolução, pois inicia armando que "No principio criou DEUS os céus e a terra". O que evoluiriam seria a ciência, as pesquisas, o saber (Dn 12:4). Ela não entra em detalhes sobre os assuntos postos. Apenas afirma. Não se preocupa em explicar, por exemplo, se os 6 dias da criação foram dias de 24 horas como os de hoje.


        Este autor acredita que a criação foi realmente feita como está escrita literalmente em Gênesis. Analisando alguns dados científicos, relacionados com a vida vegetal e animal sobre a terra, os registros fósseis, e outros dados, pudemos verificar que a criação, exatamente como relatada no livro de Gênesis, é a mais viável, não necessitando de nenhuma suposição, como fazem a evolução, a evolução progressiva dirigida por DEUS ou mesmo a evolução que atribui a DEUS a interferência nos elos inexplicáveis com métodos científicos.

        A seguir, são citados os pontos mais visíveis que viabilizam a criação em deis dias, conforme Gênesis 1 e 2.

A FORMAÇÃO DAS ESPÉCIES

 

A evolução prega que as espécies foram aparecendo, de acordo com mutações nos seres iniciais, de acordo com a necessidade de ambiental de sobrevivência. Hoke em dia, sabemos que existem muitas variações dentro da mesma espécie. Por exemplo: vários cruzamentos genéticos em cães tem propiciado o aparecimento de novas raças. Mas continuam sendo cães. Não se tem notícia de que um animal, de uma espécie tenha sofrido mutações a ponto de mudar de espécie. Aliás, a maioria das mutações leva seres vivos à morte.

AS LEIS DA NATUREZA

 

Todas as leis da Física e da Biologia têm total compatibilidade, se houver o pressuposto de que num determinado momento todo o universo estava criado e maduro, e começou a validade das leis da natureza.

O UNIVERSO APARECEU TODO NA SEMANA DA CRIAÇÃO

Não existe nenhuma evidência de que esteja havendo evolução em todo o tempo registrado. Os fósseis encontrados anteriormente, e ainda em nossos dias, indicam que os seres de outrora eram exatamente como os de hoje, ou seja não existe nada sobre as espécies transitórias definidas pela teoria da evolução.

A ORIGEM DA VIDA

Conforme a teoria da evolução, o primeiro ser vivente surgiu da combinação de vários acontecimentos físicos químicos. Pelo conhecimento atual a respeito deste assunto, sabe-se que o mecanismo necessário para proporcionar vida desencadearia um processo de desintegração da célula criada logo a seguir ( amino ácidos e enzimas). Isto está de acordo com a segunda lei da Termodinâmica, que versa sobre a tendência à desorganização dos sistemas organizados. Pensar numa situação mais simples: colocar todas as peças de um relógio dentro de uma caixa e sacudi-la até que o mesmo seja completamente montado. A vida conforme Gn 2:7 é muito mais viável.

A INTERPRETAÇÃO BÍBLICA

As teorias que tentam harmonizar a Bíblia com a evolução fazem uma interpretação figurada de Gênesis 1 e 2. Ora, muitos outros livros usam Gênesis literalmente, inclusive o próprio SENHOR JESUS (Mt 24:38-39). Logo, se estas teorias forem certas, a Bíblia está toda comprometida. E temos viso, claramente, que quanto mais o tempo passa mais informações tem sido encontradas para as Escrituras Sagradas, em todos os ramos do conhecimento humano.

EFEITOS DA TEORIA DA EVOLUÇÃO

Os que estudarem a Bíblia como um todo verão que ela é criacionista. O inicio da evolução testa, aquela que tenta harmonizar a revelação bíblica com a evolução, foi motivada pela falta de argumentos para contestar a evolução emergente.


Este foi o caminho que vários cristão trilharam para o ateísmo. Aliás, os ateus mais importantes do mundo (Darwin, Hitler, Stalin e outros) tiveram como base se seu ateísmo os escritos de Darwin. Darwin afirmou, no capítulo 6 de seu livro Descendente do Homem, que chegaria o tempo em que os povos de raça branca destruiriam os de raça negra. Ele também pensava que os macacos antropóides (ancestrais do homem, segundo Darwin) se tornariam extintos. Quando estes dois eventos ocorressem eventos, a evidência da evolução teria finalmente chegado.

CONCLUSÃO

É muito difícil, para não dizer impossível, que a Bíblia seja lida e interpretada conforme interesses de alguém e que não fique nenhum "furo". Os que agem assim, ou são mau orientados ou fazem por má fé. Precisamos ter muito cuidado com as interpretações bíblicas que tentam aproxima-la da Teoria da Evolução, pois esta tem se revelado uma poderosa arma usada por Satanás para desviar o ser humano do verdadeiro Criador.

 

 

 

 

 

Babel - confusão de línguas

 

Gênesis 11:1~9

 O início do capítulo 11 detalha melhor a seqüência descrita no capítulo 10. A Bíblia utiliza muito essa forma de descrever um assunto 1º de forma geral e em seguida detalhar algo de maior interesse; já vimos isso no início da Bíblia.

V.2; ’’... terra de Sinar ;..."; que grupo era esse que se deslocou para essa terra? Þ Gênesis 10:8~10; Ninrode chefiava esse grupo na terra de Sinar.

 

V.3 e V.4; Qual era a ordem de Deus para os homens quando falou com Noé? Vejamos Þ Gênesis 9:1 e 9:7; era para que os homens se espalhassem e povoassem toda a terra. O que este povo queria fazer? O contrário do que Deus havia falado; "para que não sejamos espalhados sobre a face de toda a terra". Quase que em outras palavras; "para que não obedeçamos a Deus".

"Vamos tornar célebre o nosso nome; vamos pedir ajuda aos astros; vamos fazer uma torre". A torre sempre foi construída para adoração e consulta aos astros; isto vemos em todos os livros de histórias e enciclopédias.
O fato de terem usado tijolos no lugar de pedra e betume como argamassa para construírem a torre e alcançarem o céu, é um negócio muito sério; na Bíblia tudo tem um significado. Vejam que a Bíblia cita pedra e argamassa. Quem é a pedra na Bíblia, a rocha, que pode nos levar para o céu? É Jesus; mas eles fizeram tijolos, e tijolos precisam ser feitos pelos homens, são obras das mãos dos homens, percebem?
A arca foi betumada; betume significa expiação. Estudamos anteriormente que expiação é aplacação da ira de Deus contra o pecado. Betume é a mesma palavra utilizada para expiação. Então fizeram obras de suas mãos para chegarem ao céu e betumaram; era uma blasfêmia às coisas de Deus; usaram isso como tipologia contra os princípios de Deus.
 

V.5 a V.9; então o que Deus faz? Vejam a figura de linguagem utilizada; "Então desceu o Senhor para ver..." (V.5); "Eia, desçamos..." (V.7).

Isso se chama antropomorfismo; é atribuir a Deus a mesma linguagem do homem, para entendermos a Deus.
Então o Senhor vem e confunde a linguagem, sabe por quê? a linguagem era uma só, não era? A palavra tem um poder tremendo. Deus diz que se deixasse aquele povo daquela forma (v.6), não haveria restrição para tudo que intentassem fazer. Deus estava olhando o coração e sabia quais eram os intentos daquele povo.
O homem não é assim: "vou fazer uma coisa, ele fala e faz"?; tanto para o bem como para o mal, porque há poder na palavra.

O fato de Deus ter confundido as línguas foi uma benção; a maldição de Deus sobre as nações foi uma benção, pois deteve, deu uma parada naquela abominação que estava sem fim. O fato de Deus ter espalhado aquele povo para todo lado, foi graça, pois aquele povo junto, com a mesma linguagem, intentando tudo contra Deus, não iria ter fim. Então cada um começou a falar em línguas diferentes e os grupos foram se formando e tiveram que se separar como era a ordem original.

 Jó 42:1~6; nenhum dos propósitos de Deus pode ser impedido.

A confusão de línguas não foi um juízo sobre a raça humana, como foi o dilúvio; foi uma maldição sim, sobre aquela época, um castigo, vamos chamar assim, mas não foi ainda um juízo. Um tempo, que está muito próximo chamado "tribulação", aí sim Deus vai julgar esse mundo; vai julgar o mundo, as nações que O deixaram de fora, a igreja apóstata que não tomará parte no arrebatamento e Israel que ainda como nação continua rejeitando o seu Messias.

A história das nações, no aspecto de Deus se relacionando com as nações e com a humanidade como um todo, termina aqui. Neste 3º período, vimos Deus querendo estabelecer o seu governo, o seu Reino, e Satanás apresentando através de Ninrode o outro reino, completamente oposto.

Aqui Deus termina de falar com a humanidade como um todo; daqui para frente Deus não vai mais se revelar como fez até aqui, por quê? A humanidade nessas 3 primeiras épocas rejeitou toda a revelação de Deus, disse não a Deus, disse não queremos a Sua interferência aqui na terra. As nações disseram "não" para Deus. Senão vejamos:

Deus age em 3 áreas aqui na terra em Seu relacionamento com o homem, como já falamos: área do governo, área da palavra e área da adoração.

 

No 1º período, qual foi a área que Eva rejeitou, fez do seu modo e foi a frente? A palavra; ela mudou a Palavra de Deus nessa época. Quando desobedecemos a Deus em qualquer uma dessas 3 áreas, as demais "vão juntas"; é impossível você desobedecendo uma das áreas, manter-se fiel a Deus nas demais. Então no 1° período o desencadeamento da rebeldia a Deus foi através da área da Palavra; eles rejeitaram a Palavra de Deus.

 

Em Caim e Abel, no 2º período, em qual área o homem rejeitou a Deus? Adoração; Deus havia dito "através do sangue", e Caim inaugurou o seu próprio caminho, sem o sangue. Eles rejeitaram aqui a área da adoração e o resto acompanhou.

 

E agora, o que acabamos de estudar aqui na 3ª época? O homem rejeitou a Deus na área do governo. Deus oferece um governo, o diabo oferece outro, e quase a totalidade dos homens seguiu o outro plano. Deus precisou vir e confundir as línguas para dar uma parada naquilo.

 

Então o quê aconteceu? A humanidade demonstrou que não aceitou a orientação de Deus nem para a Palavra, nem para a adoração e nem para o governo; e até hoje a humanidade está dizendo não para Deus. Não existe na terra um só governo que coloque Deus em 1º lugar, e a Bíblia diz:

Salmo 33:12; Feliz a nação cujo Deus é o Senhor. Portanto não existe uma só nação feliz sobre o planeta.

 

 Agora, o que Deus irá fazer daqui para frente? Deus diz: "As nações me rejeitaram, mas Eu não rejeito as nações; o meu plano para redimir o homem, continua".

E Deus olha para as nações da terra e escolhe um homem; não havia nada demais naquele homem, mas Deus escolhe aquele homem e fala: "Eu vou entrar em aliança com aquele homem, se ele aceitar; porque Eu vou continuar abençoando as nações que me rejeitaram. Vou criar um povo; todos as nações me rejeitaram, mas vou criar uma nação, uma nação que não existe. Vou ser o Deus dessa nação e essa nação será o canal de benção para todas as demais nações que me rejeitaram".

Não é demais? Que Deus que nós temos.

 Deus olha ali para a terra, lá na Caldeia na cidade de Ur, e se manifesta a um homem chamado Abrão, (não Abraão). Estevão, no N.T. deu o testemunho;

 Atos 7:2~4; o Deus da glória apareceu a nosso pai Abraão.

E Abrão respondeu àquela manifestação de Deus, crendo.

A próxima época que vamos estudar, é a época da promessa. Ela começa com a chamada de Abrão em Gênesis 12 e vai até Êxodo 19. Deus inicia falando não mais com uma nação ou com a humanidade como um todo, Ele vai falar com uma família. É verdade que dessa família viria a nascer uma grande nação. Então Deus chama aquele homem lá em Ur dos caldeus.

Abrão era judeu? Não existia essa nação, nem a tribo de Judá. Ele era caldeu de Ur.

 Gênesis 12:1~3; Eu farei de ti uma grande nação; ...em ti serão benditas todas as famílias da terra.

A Bíblia é perfeita; todas as famílias serão benditas em Abrão, não diz todas as nações, mas sim todas as famílias. As nações rejeitaram a Deus, mas Deus mesmo assim, de outra forma, iria, através de um homem, abençoar todas as famílias e as nações.

 

A situação das nações perante Deus, conseqüência criada através da Torre de Babel, é revertida pela chamada de Abrão em Gênesis 12:1~3, através do que todas as nações poderiam ser novamente abençoadas.As nações rejeitaram a Deus; então Deus chama um homem, Abrão, e iria criar uma nova nação. A partir dessa nação, Deus passou a olhar os homens divididos em duas classes, dois povos: o que futuramente viriam a ser "judeus e gentios". Dessa nova nação, iria nascer o Salvador, a semente da mulher. Em Cristo Jesus essa divisão perante Deus é derrubada; pela cruz, ambos os povos são reconciliados, criando Deus um novo homem e um só povo, um novo povo.

 Efésios 2:13~22; a partir de Jesus, Deus fez para si um só povo.

 I Pedro 2:9~10; vós que outrora nem éreis povo, e agora sois povo de Deus.

 II Coríntios 5:17~19; Deus estava em Cristo reconci- lhiando consigo o mundo.

A condição de separação adquirida pela humanidade, representada pela diversidade de línguas e territórios que estudamos, também já foi revertida por Deus. Com o derramamento do Espírito Santo no dia de Pentecostes sobre todas as pessoas (início da igreja de Jesus na terra), todos entendiam um ao outro, apesar de estarem falando em diferentes idiomas.

 Atos 2:1~11; cada um os ouvia falar na sua própria língua

 

 

 

 

 

Moisés

Estamos entrando em mais um período, o chamado período da Lei; e vimos na aula passada como terminou o período da promessa, com a escravidão do povo de Deus no Egito. A família de Jacó, 75 pessoas, entrou no Egito, e ali dentro do Egito, Deus transformou aquela família num povo, um povo tão numeroso que assustou o Faraó, que determinou que o povo de Deus fosse escravizado. Era um povo que a Bíblia descreve que era maior e mais forte do que os egípcios.

Deus fez um povo dentro de outro povo, é sobrenatural. Um povo distinto e separado, mas que foi escravizado pelos egípcios. Quando chegou o tempo que Deus determinou, profetizando a Abraão, lembram?

 Gênesis 15:13~16; Deus deu a promessa a Abraão da terra e da descendência, mas profetizou que a descendência seria peregrina em terra alheia e reduzida a escravidão; seria afligida por 400 anos.

Chegando então esse tempo determinado, com o povo escravizado no Egito, Deus levanta um libertador, Moisés.

 

O nascimento de Moisés

Vimos que o povo de Israel crescia e que o rei do Egito ficou muito preocupado e ordenou que fossem escravizados. Mas quanto mais os egípcios afligiam o povo de Israel, tanto mais este se multiplicava e se espalhava  Êxodo 1:12.

Então o rei do Egito chamou as parteiras e ordenou a elas que matassem todo menino que nascesse, mas as parteiras não fizeram isso e Deus as abençoou.

 Êxodo 1:15~21

Então Faraó tomou uma providência mais drástica, ordenou ao seu povo que matassem todos os meninos dos hebreus.

 Êxodo 1:22

Vemos já desde o início, Satanás querendo destruir o povo de Israel; Faraó era um tipo, uma figura, do anti-cristo.

 Êxodo 2:1~10; o nascimento de Moisés.

 O que acontece?, nasce Moisés. Os pais crendo, num país onde os guardas estavam espalhados para matarem todas as crianças, pegam esse menino e o colocam num cesto (daí os cestos de crianças chamarem-se Moisés), e o largam no meio do principal rio do país. Quando vemos isso, nem paramos para pensar; vocês teriam coragem de fazer isso? Só mesmo movido pelo Espírito Santo. A filha do Faraó resgata o cesto com Moisés, e Deus determina: "O libertador do meu povo será criado como príncipe na casa do Faraó". Moisés então é criado na casa dele, pela sua própria mãe, ganhando um ordenado, com todo apoio da princesa e do Faraó, é adotado, pela princesa e criado como um príncipe; Glória a Jesus por isso. A chamada de Moisés por Deus

Passado o tempo, morreu o rei do Egito e o povo de Israel clama por libertação; e Deus se lembra do pacto com Abraão, com Isaque e com Jacó.

 Êxodo 2:23~25

Deus então chama Moisés para libertar o povo do Egito; antes Moisés viveu 40 anos no Egito e 40 anos no deserto, onde casou-se com Zípora e teve um filho, Gérson.

 Êxodo 3:1~22

V.2; "o anjo do Senhor"; é o próprio Jesus Cristo, aqui é uma Cristofania.

V.5; "tira os sapatos dos pés"; diante de Deus temos que nos desarmar por completo.

V.6; "O Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó"; o nome de Deus após a aliança com Abraão.

V.13~14; Qual é o seu nome? Que lhes direi? "EU SOU O QUE SOU, EU SOU é o Meu nome". Essa passagem é tão importante que na língua hebraica não existe o verbo "ser", sendo atribuído somente a Deus; em hebraico não se diz "eu sou fulano" e sim "eu fulano".

 João 8:58~59; Jesus, que era judeu, disse: "Eu sou"; os
 judeus pegaram em pedras para lhe  atirarem, pois para eles era uma blasfêmia. Jesus podia dizer assim, pois "Ele é o que é", mas os judeus não o receberam como  Messias.Quando Deus chamou Moisés, falou tudo que iria acontecer; Deus sempre fala antes a nós, o que vai acontecer:

- Vocês Me servirão neste monte (V.12); o monte Horebe, onde Moisés foi chamado por Deus (V.1)
- Eu sei que o rei do Egito não vos deixará ir, a não ser por uma forte mão (V.19)
- Farei maravilhas e eles vos deixarão ir (V20)
- Quando sairdes, não saireis vazios (V.21)
- Os egípcios serão despojados (V.22)

Após a chamada de Moisés, sucedeu-se:

 Êxodo 4:1~17;    Moisés recebe poder de Deus; Arão é escolhido para ajudar
                                     Moisés.
 Êxodo 5:1~5;      Moisés e Arão falam com Faraó para libertar o povo e não são
                                    atendidos.
 Êxodo 5:6~9;      Faraó ordena que os israelitas sejam ainda mais afligidos.
 Êxodo 5:20~23; O povo reclama com Moisés.
 Êxodo 6:1~8;      Deus confirma que libertará o povo. Deus se apresenta como
                                    Jeová, que significa: "EU SOU O QUE SOU" e "EU SEREI O QUE SEREI". O mesmo nome de Êxodos 3:14, o "EU SOU".
 Êxodo 6:28~30 e  Êxodo 7:1~7; Moisés fala novamente com Faraó.
 Êxodo 7:8~13;   A vara de Arão, torna-se em serpente e os magos do Egito são derrotados.
Êxodo 7:14; O coração de Faraó mostra-se endurecido e mais uma vez não
deixa o povo ir.

As dez pragas do Egito:

1ª: As águas tornam-se em sangue
2ª: A praga das rãs
3ª: A praga dos piolhos
4ª: A praga das moscas
5ª: A praga da peste nos animais
6ª: A praga das úlceras
7ª: A praga da saraiva
8ª: A praga dos gafanhotos
9ª: A praga das trevas
10ª:A praga dos primogênitos
 

Cada vez que Moisés falava com Faraó, alertando-o das pragas caso não deixasse o povo ir livre, o mesmo dizia: "amanhã deixarei o povo ir", e seu coração ficava endurecido e não permitia o povo ir, então as pragas aconteciam. Nunca devemos deixar para amanhã as coisas de Deus; muitos endurecem o seu coração e não querem Deus em suas vidas e quase sempre sobrevêm problemas, "pragas".
Faraó a cada praga, ia libertando uma parte do povo, dos animais e dos bens do povo; Satanás fica sempre lutando para reter nossas bênçãos e pessoas de nossas famílias quanto a salvação. Devemos dizer a Satanás em nossas orações, como Moisés: "nem uma unha ficará", Êxodos10:24~26.

A instituição da Páscoa e a saída do povo do Egito:

Êxodo 11:1~10; Anúncio da morte dos primogênitos.
Êxodo 12:1~14; A instituição da Páscoa.

Êxodo 12:29~36; A morte dos primogênitos.
Êxodo 12:37~42; A saída dos israelitas do Egito.
 

Deus determinou que morressem os primogênitos de todas as famílias que estavam no Egito. Nas famílias dos israelitas também foi morto alguém; só que, em substiutiição aos seus primogênitos, um cordeiro morreu para cumprir a determinação de Deus. É a morte do "substituto", apontando para o "Cordeiro de Deus", Jesus, que morreriam no lugar do homem pecador. Glória a Deus por Seu plano perfeito!

A passagem pelo Mar Vermelho:

Êxodo 13:17~22;  Deus guia o povo pelo caminho; de dia uma coluna de nuvem para proteger contra o sol e a noite uma coluna de fogo para alumiar.
Êxodo 14:1~14;    O povo é perseguido pelos egípcios.
Êxodo 14:15~25;  A passagem pelo meio do Mar Vermelho: "e os filhos de Israel entravam pelo meio do mar em seco; e as águas foram-lhes qual
                                       muro à sua direita e a sua esquerda".
Êxodo 14:26~31;  Os egípcios perecem no mar. "E viu Israel a grande obra

que o Senhor operara contra os egípcios; pelo que o povo temeu ao
Senhor, e creu no Senhor e em Moisés, seu servo".
Êxodo 15:1~19;    O cântico de Moisés.
Êxodo 15:20~21;  Miriã dança após a grande vitoria do Senhor.

 

 

 

 

 

 

 

Moisés

Estamos entrando em mais um período, o chamado período da Lei; e vimos na aula passada como terminou o período da promessa, com a escravidão do povo de Deus no Egito. A família de Jacó, 75 pessoas, entrou no Egito, e ali dentro do Egito, Deus transformou aquela família num povo, um povo tão numeroso que assustou o Faraó, que determinou que o povo de Deus fosse escravizado. Era um povo que a Bíblia descreve que era maior e mais forte do que os egípcios.

Deus fez um povo dentro de outro povo, é sobrenatural. Um povo distinto e separado, mas que foi escravizado pelos egípcios. Quando chegou o tempo que Deus determinou, profetizando a Abraão, lembram?

 Gênesis 15:13~16; Deus deu a promessa a Abraão da terra e da descendência, mas profetizou que a descendência seria peregrina em terra alheia e reduzida a escravidão; seria afligida por 400 anos.

Chegando então esse tempo determinado, com o povo escravizado no Egito, Deus levanta um libertador, Moisés.

 

O nascimento de Moisés

Vimos que o povo de Israel crescia e que o rei do Egito ficou muito preocupado e ordenou que fossem escravizados. Mas quanto mais os egípcios afligiam o povo de Israel, tanto mais este se multiplicava e se espalhava  Êxodo 1:12.

Então o rei do Egito chamou as parteiras e ordenou a elas que matassem todo menino que nascesse, mas as parteiras não fizeram isso e Deus as abençoou.

 Êxodo 1:15~21

Então Faraó tomou uma providência mais drástica, ordenou ao seu povo que matassem todos os meninos dos hebreus.

 Êxodo 1:22

Vemos já desde o início, Satanás querendo destruir o povo de Israel; Faraó era um tipo, uma figura, do anti-cristo.

 Êxodo 2:1~10; o nascimento de Moisés.

 O que acontece?, nasce Moisés. Os pais crendo, num país onde os guardas estavam espalhados para matarem todas as crianças, pegam esse menino e o colocam num cesto (daí os cestos de crianças chamarem-se Moisés), e o largam no meio do principal rio do país. Quando vemos isso, nem paramos para pensar; vocês teriam coragem de fazer isso? Só mesmo movido pelo Espírito Santo. A filha do Faraó resgata o cesto com Moisés, e Deus determina: "O libertador do meu povo será criado como príncipe na casa do Faraó". Moisés então é criado na casa dele, pela sua própria mãe, ganhando um ordenado, com todo apoio da princesa e do Faraó, é adotado, pela princesa e criado como um príncipe; Glória a Jesus por isso. A chamada de Moisés por Deus

Passado o tempo, morreu o rei do Egito e o povo de Israel clama por libertação; e Deus se lembra do pacto com Abraão, com Isaque e com Jacó.

 Êxodo 2:23~25

Deus então chama Moisés para libertar o povo do Egito; antes Moisés viveu 40 anos no Egito e 40 anos no deserto, onde casou-se com Zípora e teve um filho, Gérson.

 Êxodo 3:1~22

V.2; "o anjo do Senhor"; é o próprio Jesus Cristo, aqui é uma Cristofania.

V.5; "tira os sapatos dos pés"; diante de Deus temos que nos desarmar por completo.

V.6; "O Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó"; o nome de Deus após a aliança com Abraão.

V.13~14; Qual é o seu nome? Que lhes direi? "EU SOU O QUE SOU, EU SOU é o Meu nome". Essa passagem é tão importante que na língua hebraica não existe o verbo "ser", sendo atribuído somente a Deus; em hebraico não se diz "eu sou fulano" e sim "eu fulano".

 João 8:58~59; Jesus, que era judeu, disse: "Eu sou"; os
 judeus pegaram em pedras para lhe  atirarem, pois para eles era uma blasfêmia. Jesus podia dizer assim, pois "Ele é o que é", mas os judeus não o receberam como  Messias.Quando Deus chamou Moisés, falou tudo que iria acontecer; Deus sempre fala antes a nós, o que vai acontecer:

- Vocês Me servirão neste monte (V.12); o monte Horebe, onde Moisés foi chamado por Deus (V.1)
- Eu sei que o rei do Egito não vos deixará ir, a não ser por uma forte mão (V.19)
- Farei maravilhas e eles vos deixarão ir (V20)
- Quando sairdes, não saireis vazios (V.21)
- Os egípcios serão despojados (V.22)

Após a chamada de Moisés, sucedeu-se:

 Êxodo 4:1~17;    Moisés recebe poder de Deus; Arão é escolhido para ajudar


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